A gente colocou todo mundo na frente. O trabalho. As metas. As entregas. A casa. Os filhos. A família. As listas que nunca acabam. E o corpo foi ficando para depois, sempre para depois. Até que ele parou de aceitar isso.
Conquistamos muito. E cada conquista teve um preço que a gente só foi entender mais tarde, a tensão que não passou, a dor que virou rotina, o cansaço que nenhuma noite de sono resolvia. O corpo foi acumulando tudo que a gente não tinha tempo de sentir.
Vivemos o limite da sobrecarga. Vivemos a reconstrução. Estamos na transição. Três fases. Uma só jornada, a jornada de toda mulher.
Nossas mães, com 68 e 78 anos, passaram a vida cuidando de todos. O corpo cobra essa conta. O medo de perder a independência. Olhar para elas foi o que tornou tudo real.
A KOMPO nasceu de uma vontade simples: que cuidar de si pudesse fazer parte do dia.
Você passou anos cuidando de todo mundo. Chegou a sua vez.